sábado, 14 de abril de 2018

Objectivo mortífero


Quando foi que te perdi?
Esqueci-me lentamente dessa fatal tortura!
E eu que já tanto vivi
Considero-te de todas a alma mais pura.

Ainda de ti não me esqueci,
Lembro-me de ti em cada noite escura
Passada neste sofrimento que perdura
Neste corpo do qual ainda não parti.

Apenas a ti continuo a amar
E ainda não me consegui perdoar
Por ter-te abandonado.

Tento apenas abandonar esta existência
(para a ti me juntar meu amado)
E cantar o meu triste fado
Revivendo o amor da mais pura Inocência.

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