sábado, 14 de abril de 2018

Nada sei…


Já nada sei, já nada sinto em meu solitário e abandonado coração.
Toda a paixão desapareceu, reinando agora a dor em minha alma
E o sofrimento em meu ser
Que me leva à loucura dos dias perdidos em minha mente.

A criatura da noite desvaneceu-se
Subjugada pela escuridão das cinzentas madrugadas
Da minha vaga insanidade.
E a luz tornou-se um mero reflexo da minha ilusão.

Eis-me então aqui perdido, nesta vaga incerteza de todas as minhas certezas.

Solidão, esta é a minha realidade
Mais palpável que a mão de um amigo
Ou o abraço enamorado de uma mulher.

Abandono, condição única do meu ser
Sujeito à loucura da amizade
E à insanidade do amor.

Perdição absoluta de tudo e de todos.
Vontade única do meu ser.

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