sábado, 14 de abril de 2018

Fim das marés


Espero solitário pelo fim das marés,
Vagas tortuosas que fustigam a minha alma de dor
E o meu coração de sofrimento.

E meu peito esbate-se contra as águas
Das trevas da minha estranha existência.

Tarda a chegar o fim das marés
E eu vivo dividido pelos oceanos. 

Adeus,
Partirei com as gaivotas.

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