sábado, 3 de março de 2018

Penas da minha infância...

Sinto a dor do teu lancinante olhar
A cair sobre as penas da minha infância
Apenas por não me poderes amar
Devido à minha constante inconstância.

Parto para o distante mar
de falsas promessas feitas à distancia
de um toque, que irei lembrar
Na minha demência constante.

Jamais serei o teu amante
Jamais perdoarei a distancia
Que nos separa da vontade de amar

Jamais irei poder perdoar
A opulenta Solidão
Que me separa do teu coração.




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