quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Minha vida…

Minha vida…
Que acabou aqui, neste lugar do desconhecido
Do irreal
Já nada significa para mim.
Fui abandonado pelo meu amor…

Do meu coração escorrem lágrimas de sangue
Que já em nada alimentam o meu corpo de vida,
Que já de nada alimentam a minha alma
A não ser, talvez, de dor.

A tristeza chega, compulsiva e lenta,
Ao âmago do meu ser
E eu, já nada sei.
Já nada sei.
Já nada sei.
Já nada sei.

Já nada sei.

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