segunda-feira, 11 de abril de 2011

Às Portas do Purgatório

Agora que perdi o meu Norte
Lonjura de sensações atribuladas,
Resta-me apenas a morte
E o Purgatório das almas amarguradas.

Agora que perdi o meu forte
Amor das almas apaixonadas
Resta-me apenas o desnorte
Das paixões agrilhoadas.

Rendido à inutilidade da vida
Entrego-me à morte sombria
Da minha alma esquecida

Por todos a quem mais queria
E que ignoraram a solidão
Deste meu triste coração.

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