domingo, 5 de setembro de 2010

No cansaço dos dias…

No cansaço destes dias
Que passam perante os meus olhos
Deleito-me a imaginar
A morte dos meus sonhos

Toco com as mãos frias
As lágrimas que caem do meu rosto
Repudiando a vontade de amar
E tudo quanto eu gosto.

Deito ao lixo a minha paixão,
Desperdiço a minha melancolia,
Busco apenas a redenção
De minha alma pútrida e fria…

Mas… a escuridão apodera-se de mim,
A dor toma conta do meu ser.
Desligo-me das horas sem fim
E deixo-me lentamente morrer.

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